III Festival de Minifoguetes de Curitiba: 3º dia!

Saudações, fogueteiros!

Diferente dos dois primeiros dias do festival, neste sábado não acompanhamos o cronograma do evento pela manhã. Os motivos foram dois: com o cansaço acumulado entre a viagem, o primeiro e o segundo dia, precisávamos descansar, agora que não tínhamos mais compromissos oficiais.

Além disso, estávamos preocupados em voltar à fazenda para procurar o Eirapuã II A e, para tal, precisávamos de uma forma para ir até lá. Logo pela manhã, tivemos ainda três baixas, já que alguns dos nossos membros tiveram que voltar para São Paulo.

Pelo menos, no caminho para o aeroporto, um deles conseguiu o contato de um motorista do Uber que aceitou nos levar até a fazenda e nos esperar, como um serviço externo ao aplicativo. Almoçamos e, por volta das 14h, quatro integrantes da equipe seguiram para a fazenda, enquanto outros três foram o mercado e, depois, retornaram à sala de aula do alojamento.

Chegando na fazenda, a equipe de busca do foguete foi direto ao local onde o Eirapuã provavelmente teria caído. Por muita sorte, ele caiu ainda mais longe do que o previsto, tornando extremamente fácil sua localização, que novamente nos encheu de emoção.

Enquanto isso, no campus, os três integrantes que não puderam ir em busca do Eirapuã II A aproveitaram a tarde para descansar um pouco e assistir à palestra da equipe ITA Rocket Design a respeito da Intercollegiate Rocket Engineering Competition, competição de foguetes realizada anualmente nos Estados Unidos.

Nesse meio tempo, mais um de nossos membros voltou para São Paulo e a equipe de busca chegou no campus e começou a operar a aviônica. Nesse momento, no auditório, começava a entrega do prêmio Von Braun de Minifoguetes 2016, idealizado para contemplar pessoas e instituições que contribuem significativamente para o desenvolvimento de minifoguetes e foguetes experimentais no Brasil.

Depois dos prêmios, as atividades oficiais do dia foram encerradas. Nesse momento, na sala do alojamento, a equipe de busca terminava a operação da aviônica, obtendo os dados de voo do Eirapuã II A: nosso foguete voou 564 m!

Encaminhamos os dados ao professor Carlos Marchi para verificação e começamos a operação do MicroSD do Eirapuã II B, porém com muito mais cuidado, visto que ele estava trincado. Infelizmente, mesmo com todo o esforço, não foi possível verificar os dados no cartão porque o computador não o reconheceu.

Seja como for, finalmente estávamos livres das responsabilidades do dia. Aproveitamos para descansar e assistir a duas aulas do minicurso oferecido pela organização do evento. Com a sensação de dever cumprido, adormecemos mais uma vez cheios de expectativa.

Desta vez, cheios de expectativa pela possibilidade de manter o título conquistado pelo Eirapuã I no ano passado.

 

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